Divagando...

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Bosque da Princesa em Pindamonhangaba - Foto de Maria Teresa de Brum Fheliz Benedito

sábado, 22 de abril de 2017

Aniversário do Brasil – 22 de Abril

                                                                     
                                                                  Imagem da Web
Hoje é aniversário do nosso Brasil.
Do Brasil antes tão varonil, hoje maltratado,
pelos corruptos e corruptores, pelos mau governo.
Um Brasil sem liderança.
De um governo corrupto.
De um povo que joga lixo nas ruas,
que desmata nossas matas.
Que polui nossa água,
que violenta nossas crianças.
Que mente e depois diz:
é só uma mentirinha do bem.
Que fura fila.
Que não respeita o próximo.
Que polui nosso ar...........................................

Que dó do meu Brasil, do meu povo,
outrora tão varonil.
Força Brasil, não morra, não desista de nós!
Eu nunca desistirei de você.
Maria Teresa.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Os Sexalescentes do Século XXI

Li este texto na Web e achei muito interessante e compartilho com vocês.
Espero que gostem.
Um abraço, Maria Teresa.



"Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentes é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica, parecida com a que em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfatória.
São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho.
Procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida.
Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5º andar...

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.
Por exemplo: não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, maneja o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.

De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil, e, quando não estão, procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...

Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo.
Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experiência.

Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.
Hoje estão com boa saúde física e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.

Celebram o sol a cada manhã e sorriem para si próprios. Talvez por alguma razão secreta, que só sabem e saberão os que
chegarem aos 60/70 no século XXI"

Artigo de Miriam Goldenberg

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Dia do Índio


Minha bisavó por parte de pai, era índia, se chamava Sagardina. Vovô contava que seu pai quando chegou do sul da Bavária, eles eram holandeses, fugindo da perseguição contra os judeus e chegou em Piraí se encantou por uma índia e o Pajé entregou sua filha ao meu bisavô e eles se casaram na tribo e mais tarde na Igreja em Piraí. (Maria Teresa).
(Imagem da Web)

terça-feira, 18 de abril de 2017

Dia do Amigo - 18 de Abril

O que é ser amigo?
Pois é! O que é ser amigo?
Boa pergunta!
Para mim, ser amigo é:
Não seqüestrar sentimentos, mas deixá-los fluir.
Não violentar bem querer, mas ser o melhor do bem querer.
Ser amigo é estar presente mesmo que de longe.
Ser amigo é sentir no coração, quando aquele amigo que distante está dos olhos precisa de uma palavra,de um olhar,
de um abraço,mesmo que seja através de um e-mail, de um alô.
Ser amigo é entender e respeitar o silêncio do outro e ficar ali quetinho.
Santo Agostinho dizia que “não somos iguais, mas nas diferenças nos respeitamos”.
isso é ser amigo de verdade.
Ser amigo é respeitar a transfiguração e a desfiguração do outro e amá-lo mesmo assim.
Ser amigo é nunca querer ser melhor que o outro e sim fazer sempre o melhor por ele.
Ser amigo é ver o outro com os olhos do coração e não com os olhos da face.
Maria Teresa.

domingo, 16 de abril de 2017

Feliz e Santa Páscoa a todos!


Imagem da Web.

Que possamos ao redor de uma mesa, juntos com a família,
festejarmos a Santa Páscoa do Senhor.
Participar da Santa Missa e comemorar a verdadeira Páscoa com a Sagrada Eucaristia.
Que possamos entender de verdade o que significa ‘Páscoa’ e vivê-la intensamente todos os dias de nossa vida.
Um grande abraço e Santa Páscoa a todos,
                Maria Teresa e José Carlos

*O Aurélio diz: PÁSCOA:
[Do hebr. pesach pelo gr. Páscha, pelo lat. cláss. Pascha.]
S. f.
 1.  Na época pré-mosaica, festa da primavera de pastores nômades.
 2.  Festa anual dos hebreus, transformada em memorial de sua saída
do Egito.
 3.  Festa anual dos cristãos, que comemora a ressurreição
de Cristo e é celebrada no primeiro domingo depois da lua
cheia do equinócio de março. [ V. ano litúrgico. ]
 4.  Bras.  Rel.  O cumprimento do preceito pascal, sobretudo
quando feito coletivamente.*

Evangelho e homilia e imagem retirados da Web

 Evangelho de São João 20, 1-9

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

         Homilia de Padre Bantu Mendonça

Aleluia! Cristo ressuscitou verdadeiramente! Venceu a morte e despojou o império das trevas, sendo vitorioso e dando-nos também a vitória. Ele venceu e também somos vencedores com Ele. Meu irmão e minha irmã, Jesus despojou o império das trevas. Somos vitoriosos, porque Deus nos deu a vitória em Jesus, Seu Filho. Não pelos nossos méritos, mas sim pela Sua graça.

Cante bem alto: “Glória a Deus nas alturas!”, o aleluia de festa, pois chegou para nós o dia sem ocaso. O sol brilha para nós apontando-nos o caminho da eternidade. Aliás, Deus sempre nos conduz em triunfo para que espalhemos o perfume do conhecimento do Senhor por todo lugar que andarmos.
Por Cristo e em Cristo somos mais que vencedores, porque por Ele passamos do fracasso, da derrota para a fortaleza, a vitória e o triunfo. Da morte para a vida. Tudo isso Deus o fez por amor!
Pode o Senhor ficar em uma cruz? Sim, Ele morreu lá por amor a você. Pode Deus permanecer em um túmulo? Não, Ele ressuscitou para que você fosse vitorioso.
Caríssimos, se somos vitoriosos, por que guardamos para nós os maus momentos? Por que os abraçamos? Por que os mantemos conosco? Os maus momentos, os maus hábitos, o modo egoísta, as mentiras, os fanatismos, os deslizes, as falhas… Por que mantemos tudo isto conosco? Precisamos deixar todo este lixo aos pés da cruz! Podemos fazer isso, porque Deus quer! Ele quer que façamos isto, porque sabe que não podemos viver como Ele. Só Ele é Santo. É a cruz e o túmulo vazio que nos santifica. Devemos deixar os maus momentos na cruz e caminhar com Ele em vitória, pois Jesus não ficou no túmulo. A pedra foi removida. Deus faz mais que perdoar os pecados, Ele os remove.
A Ressurreição é o motivo principal da pregação do Evangelho. O evento que encheu o coração dos discípulos de esperança e os tornou mensageiros do Evangelho da graça foi a visão do sepulcro vazio. A aurora do primeiro dia suscitou um novo ânimo aos decepcionados. Ora, se Cristo ressuscitou de fato, então há perspectiva para uma humanidade transtornada pelo pecado.
Jesus Cristo ressuscitado é o Senhor e Salvador dos pecadores desenganados. A Ressurreição de Cristo Jesus é a prova evidente que a morte foi vencida e o pecado perdeu sua força de condenação. A história da Crucificação não termina com um funeral, mas com um festival de Aleluia. O anjo anunciava às mulheres com júbilo: “Ele não está aqui; ressuscitou como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia” (Mateus 28,6).
A pregação verdadeira do Evangelho começa com a visão convincente da morte e ressurreição de Cristo. As testemunhas são as únicas pessoas que podem, falar de fato, daquilo que presenciaram. Pedro e João, quando estavam sendo ameaçados pelas autoridades judaicas, para que não pregassem a Jesus ressuscitado, disseram: “Pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (Atos 4,20).
Se a morte de Jesus trouxe desesperança para os Seus discípulos, Sua ressurreição originou uma torrente de esperança capaz de enxergar por entre nuvens espessas. Já que Cristo ressuscitou, não há mais barreira que impeça a efetivação de Suas promessas.
Só o milagre do túmulo vazio poderia encher o coração dos discípulos da certeza da salvação. A regeneração do homem pecador é um produto da Ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1 Pedro 1,3).
A visão espiritual do túmulo vazio, produzida pela fé, por meio da Palavra de Deus,  garante-nos uma certeza inconfundível de que a nossa salvação é dom gracioso, que nos motiva ao testemunho. Como insistia Thomas Brooks: “uma alma dominada pela certeza não está disposta a ir para o céu sem companhia”.
A falta de convicção inabalável da obra salvadora por meio de Cristo Jesus é o principal agente da apatia na pregação. Sem a firmeza do Evangelho não há como pregar-se, com confiança, a sua mensagem. Muitos apregoam um sistema religioso com a presunção de estar pregando o Evangelho. Mas somente a segurança da Ressurreição de Cristo, bem como da nossa ressurreição com Cristo, pode assegurar uma pregação legítima do Evangelho autêntico.
As mulheres que foram ver o sepulcro onde Jesus havia sido sepultado saíram de lá ao romper da manhã, ainda que atônitas, com duas certezas: primeiro, não havia cadáver na tumba. A fé cristã começa no primeiro dia da semana, nas primeiras horas do dia, com uma certeza da vitória. A morte foi vencida e o Salvador não é um defunto.
Devemos deixar os nossos maus momentos na cruz e também os momentos ruins dos nossos irmãos que chegam até nós. Devemos amá-los. Se amamos a Deus, amamos os nossos irmãos. Como podemos nos chegar diante de Deus e pedir perdão, se nós não perdoamos os nossos irmãos?
Coisas do passado sempre são trazidas ao presente. Como alguns têm boa memória para os erros alheios e péssima memória para a mudança dos seus irmãos. Pare de se prender aos erros do passado! Olhe para o fruto que pode brotar no coração do seu irmão. Assim como você ressuscitou com Cristo e é nova criatura, também o seu irmão é em Cristo e com Cristo uma nova criatura!
Abandone seus pecados antes que eles contaminem você. Abandone o rancor, antes que ele o incite à raiva e contenda. Entregue a Deus sua ansiedade antes que ela o iniba de caminhar com fé. Dê a Deus os seus momentos ruins. Se você deixar com Ele momentos ruins, só sobrarão bons momentos; então, Cristo terá ressuscitado em você. E se Ele ressuscitou em você, já não é você que vive, mas é Cristo que vive no seu corpo. E se Cristo vive em você, em você tudo é santo, porque está envolvido pela luz d’Aquele que verdadeiramente ressuscitou.
Feliz Páscoa!
Padre Bantu.

sábado, 15 de abril de 2017

Domingo de Páscoa!

                                                                    Imagem da Web

Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Jesus ressuscitou!

“Na verdade o Cristo ressuscitou aleluia! A Ele o poder e a glória pelos séculos eternos”. (Lc 24,34; Ap 1,6).

Hoje é dia de alegria, de festa, vamos celebrar.
Vamos cantar um cântico novo repleto de esperança numa vida melhor, numa vida plena do amor de Deus.

“Romperam-se os laços da morte e a plenitude da vida penetrou todo o universo e cada ser humano. É Páscoa do Senhor, é festa sem fim, pois a portas da eternidade se escancararam e todos podem por ela passar. A fé pascal nos faz chegar e ver o túmulo vazio para proclamar, como Maria Madalena, o Cristo ressuscitado entre nós. No Ressuscitado para sempre está nossa fé. Aleluia! Aleluia”! (Deus Conosco)

Feliz e Santa Páscoa para todos nós!
E viva Jesus em nosso coração para sempre!


“O cristo nossa Páscoa foi imolado, celebremos a festa com pão sem fermento, o pão da retidão e da verdade, aleluia”! (1Cor 5,7-8)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Jesus vence a morte por nós! Sejamos merecedores deste sacrifício.

Uma linda reflexão para pensarmos no amor de Jesus por nós, que morre por morte de cruz para nos libertar do pecado e vence a morte nos premiando com seu amor pleno e absoluto.
Vamos aproveitar este momento e nos prepararmos para a Santa Páscoa e junto com Jesus comemorar a vida. A vida plena no amor de Deus.

domingo, 9 de abril de 2017

Semana Santa – Domingo de Ramos Evangelho de São Mateus 27,11-54

(IMAGEM DA WEB)


Não se esqueçam de que Semana Santa, para nós católicos não é feriado prolongado.
Vamos viver a Semana Santa, com respeito e entrega.
E no domingo, festejar com alegria a vitória de Jesus sobre a morte, na Santa Páscoa do Senhor!

“Seis dias antes da solene Páscoa, quando o Senhor veio a Jerusalém, correram até os pequeninos. Trazendo em suas mãos ramos e palmas, em alta voz cantavam em sua honra: Bendito és tú que vens com tanto amor! Hosana nas alturas”!
A MORTE DE CRUZ
            A morte de cruz correspondeu ao ponto mais baixo e ao ponto mais alto do projeto messiânico de Jesus e de sua relação com os que escolhera para estar com ele. Os discípulos, de qualquer tempo e lugar, ver-se-ão confrontados com ela. Será inútil querer desviar-se dela.
            A morte de cruz reduziu Jesus à condição de maldito de Deus. As próprias Escrituras consideravam maldição a morte por enforcamento e, por extensão, por crucificação. Paulo dirá que Jesus se fez maldição para nos libertar.
            Poderiam os discípulos esperar algo de um Mestre suspenso na cruz? Onde ficava seu projeto de Reino? Como entender tudo quanto fizera e ensinara se era maldito de Deus? Por conseguinte, a cruz despontou como sinônimo de fracasso.
            O reverso da moeda revela uma realidade bem diversa. A cruz foi a prova definitiva da mais absoluta fidelidade de Jesus ao Pai. Tentado das mais variadas maneiras a trilhar um caminho diferente, manteve-se fiel ao projeto divino, mesmo à custa da própria vida. Quando se tratou de optar entre a fidelidade ao Pai, com todas as suas consequências, e as tentações de um messianismo mundano, carregado de glória e de reconhecimento, Jesus não teve dúvidas: optou pela fidelidade. Sua morte estava em perfeita consonância com a sua vida.
            A morte de cruz, lida nesta perspectiva, dá um sentido novo à vida de Jesus. O fracasso receberá o nome de fidelidade, e a impotência chamar-se-á liberdade.
O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE


“Ó Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade”! (Mt 26,42)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Refletindo um tantinho sobre o amor...“Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo” - O maior dos mandamentos

Imagem da Web
Marcos 12,28b-34


Naquele tempo, um escriba aproximou-se de Jesus e perguntou: “Qual é o primeiro de todos os mandamentos?” Jesus respondeu: “O primeiro é este: Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor”. Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que estes”.
O mestre da Lei disse a Jesus: “Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste: Ele é o único Deus e não existe outro além dele.Amá-lo de todo o coração, de toda a mente, e com toda a força, e amar o próximo como a si mesmo é melhor do que todos os holocaustos e sacrifícios”.
Jesus viu que ele tinha respondido com inteligência, e disse: “Tu não estás longe do Reino de Deus”. E ninguém mais tinha coragem de fazer perguntas a Jesus.

“Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.
O maior dos mandamentos

“Senhor, não há entre os deuses nenhum que se vos compare, por que sois grande e fazeis maravilhas:só Vós, Senhor, sois Deus”.
(Sl 85,8-10).

Se eu seguir os ensinamentos de Jesus, vou viver bem com Deus e com meu próximo e consequentemente ser muito mais feliz.
Se eu acolho Jesus em meu coração, estarei acolhendo meus irmãos.
O Amor é o maior dos mandamentos, sem amor não se vive.
Aprendi desde muito pequena, com meus pais, que em primeiro lugar, tenho que amar a Deus, depois a mim mesma e assim serei capaz de amar o meu irmão.
Jesus deixa bem claro aqui em suas palavras que não basta apenas  seguir a lei escrita e cumprir seus deveres religiosos e não seguir os ensinamentos de Jesus, que nos ensina que devemos Amar, simplesmente amar.
O que realmente dá sentido a minha vida é amar, se não amar a Deus e ao próximo como a mim mesma, nada terá sentido, minha vida será vazia, sem valor.
Se não me colocar no lugar do outro, por certo não estarei amando como Jesus me ensina.
É através do amor que acontece a conversão verdadeira em meu coração.
É época de conversão, de arrependimento e vou procurar através do deserto interior me aproximar mais ainda de Deus e do meu próximo.
Quero amar como Jesus me ama.
                Um abraço, Maria Teresa
                                Imagem da Web

Oração 
“Espírito de equilíbrio, que eu encontre, no amor a Deus e ao próximo, o eixo de minha prática religiosa, sem desviar-me para o exagero nem para a lassidão.

Conduze-me sempre pelo caminho do amor, o único que pode me levar até o Pai”.   (Web).


Eu te amo Senhor meu Deus, sobre todas as coisas e procuro infinitamente amar o meu próximo como a mim mesma, mas muitas vezes querido Pai, não é fácil amar aquela pessoa, mas por Ti me entrego ao amor.
Fazei de mim Senhor instrumento do vosso amor e me faça cada vez mais amorosa com meu irmão.(Maria Teresa)


domingo, 2 de abril de 2017

Minhas memórias - Dia do Livro Infantil

Meu primeiro contato com os livros se deu muito cedo, nasci rodeada por livros, boa música, pinturas de arte (papai tinha um ateliê simples aqui em casa), bordados e muita religiosidade; caçula de três irmãos homens, temporã de pais quase na meia idade, fui educada com muito amor e mimo.
Talvez por causa de muito mimo fosse tão levada, subia em árvores, empinava papa-vento, brincava de casinha... Ah, tinha uma casinha em tamanho natural, cabia lá dentro, que saudade.... brincava também de bolinhas de gude,era craque, ganhava sempre dos amiguinhos, mas depois devolvia as bolinhas, afinal éramos amigos, mas como disse era muito levada, acho que ainda sou....
E para cada “arte” que fazia, um livro era colocado diante de mim, com figuras lindas e coloridas, alguns feitos por papai, ele desenhava e eu pintava, formando assim um livro e eu inventava as estórias e depois contava para ele ou para a família toda.
Isto era feito de tal forma que não parecia “castigo” e não era eu adorava aqueles livros, talvez fizesse tanta “arte” pra ter mais daqueles livros diante de mim.
Um dia, me lembro muito bem, parece que a cena passa diante de mim e dá uma saudade imensa, depois de uma daquelas “artes memoráveis”, vou contar, é que subi na jabuticabeira e não conseguia descer, e comecei a gritar por vovô, “socorro vovô”... Depois de me acudir, lá vem o papai com um livro, eu mais que depressa digo a ele: “posso fazer um papai”?
Lembro bem, papai se admirou e disse: “pode sim” tinha dificuldade, claro para desenhar, pois era bem pequena, talvez 4 ou 5 anos, desenhei e pintei meu primeiro livro e não parei mais, pena que não tenho nenhum, depois contei pra todo mundo, não lembro também da estória, mas lembro das palmas, as “artes” foram diminuindo e o amor pelos livros aumentando.
O tempo foi passando e aos poucos fui sendo alfabetizada por papai e mamãe e eu já podia colocar letras nas minhas estórias, pena que não guardaram...
Chegou a hora de ir para a escola e lá fui eu, lembro bem, fui toda prosa e como adorava a escola e naquela época eu não gostava de férias, com o tempo comecei a gostar claro, mas nunca mais abandonei os livros, amo ler.
Meu pai foi de grande sensibilidade e grande sabedoria quando escolheu meu primeiro livro com “letras” que foi “Os três pastores de Fátima”, com certeza foi o melhor livro que já li até hoje, tinha sete anos.
Sou muito agradecida aos meus pais e a vovô, pois graças a eles gosto tanto dos livros e de artes em geral.   Maria Teresa de Brum Benedito

Vamos ler para nossas crianças.

Quinta Semana da Quaresma

 Um Coração para Amar

São João 11,1-45

 “Todo aquele que crê em mim, não morrerá para sempre, diz o Senhor”. (Jo 11,26)



O Evangelho de hoje é uma demonstração do amor pleno que Deus tem por nós.
Deu-nos seu filho Jesus para nos ensinar a amar e a descobrir e exercitar a Fé.
Quando Jesus fala: “Lázaro vem para fora”.
Ele está nos dizendo par que saiamos do sepulcro que vivemos o sepulcro do egoísmo, da falta de caridade, do desamor, da falta de generosidade com nosso próximo.
Está dizendo aos líderes do mundo que saiam de si mesmos e comecem a pensar e agir em benefício do próximo, do povo.
Vamos fazer como Lázaro, vamos ouvir Jesus e fazer como Ele nos pede e além de tudo nos mostra o caminho, por que só Ele é VIDA, é o PÃO DA VIDA, Ele é a LUZ DA VIDA.
                Maria Teresa

“Concedei ó Deus todo poderoso, que sejamos sempre contados entre os membros de Cristo, cujo Corpo e Sangue comungamos. Por Cristo Nosso Senhor”.

                         (IMAGENS DA WEB)

domingo, 26 de março de 2017

Quarta Semana da Quaresma - Evangelho de São João 9,1-41

                              Imagem da Web                             Imagem da Web

“Alegra-te, Jerusalém! Reuni-vos, vós todos que amais; vós que estais tristes, exultai de alegria! Saciai-vos com a abundância de suas consolações”.

O Evangelho de hoje nos fala da cura do cego de nascença.
E quem de nós não é cego em alguma coisa?
Podemos ser cegos desde o nascimento ou ficar cego durante um período da vida.
Jesus nos dá a chance todos os dias de nos livramos desta cegueira, mas muitas vezes nos acomodamos e a vida vai passando e vamos ficando cada vez mais cegos.
Mas Jesus insiste, Ele quer nos libertar desta cegueira, desta conformidade, desse parar no meio do caminho.
O cego de nascença do Evangelho, querida enxergar, então ele acreditou nas maravilhas que o Senhor pode nos fazer e eu também creio, sei das maravilhas que Ele faz por mim todos os dias, sempre abrindo mais e mais meus olhos, para que eu enxergue o outro e me coloque no lugar dele e abre meu coração para que eu possa amar mais e mais e sempre.
Jesus é a luz do mundo e veio para que possamos enxergar a verdade.
Este domingo é chamado o “Domingo da Alegria”, festa dos Tabernáculos, dia celebrado com muitas luzes e o Evangelho de hoje nos trás um cego que não pode ver a luz.
Não há cegueira que resista à luz de Cristo Jesus.
Vamos nos libertar da cegueira e buscar sempre a verdadeira luz que é Jesus.
Eu quero ter um coração para amar e você?
           
“O Senhor ungiu meus olhos. Fui e lavei-me; comecei a ver e acreditei em Deus”.
Bom dia!   Maria Teresa.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Voltando no tempo!



Eu brincando de escolinha no quintal da minha casa em Taubaté

Perguntaram-me assim: “Se você pudesse voltar no tempo, em que tempo seria”?
Voltaria quando era criança, lá na cozinha de casa ao anoitecer.
Aprendi muito naquela cozinha simples, de cimento vermelho, com fogão a carvão, um guarda-comida, um paneleiro, uma pia toda branca, uma mesa oval, feita por papai com seis cadeiras, éramos seis.
Papai, Luiz José de Brum, tinha uma loja de confecção própria, uma pequena loja, “Casa Trevo”, no Largo do Mercado Municipal e quando a noitinha ele chegava de volta demais um dia de trabalho, se sentava num banquinho e eu em outro.
Pegava seu Bandolim e ia contar como tinha sido o “movimento” da loja naquele dia, uns dia ia bem, noutros não tão bem, mas vivíamos com dignidade, na simplicidade e felizes.
Enquanto ele contava seu dia, dedilhava alguma canção naquele velho e  bom Bandolim, eu ficava de olho nas mãos dele e em seu olhar ternos que sempre tinha.
Eu adorava as estórias de papai, depois que ele contava, perguntava a mamãe como tinha sido o dia dela e mamãe, toda feliz dizia assim: “Ah meu velho, hoje fiz cinco camisas brancas de colarinho, estão prontas e passadas, amanhã é só levar para a loja, cuidei da nossa menina, da nossa casa e dos meninos, que já não são tão meninos assim e seu pai, João Brum, me ajudou brincando com nossa menina.
Tudo mamãe, Bernardina Brum, conhecida como dona Filinha, contava com muita alegria.
Mamãe era uma grande costureira, ajudava o papai nas costuras da loja, ficava toda feliz por isso, eles eram muito felizes e se amavam muito, eram almas gêmeas.
Depois vovô contava também as coisas que tinha feito, meus irmãos também e chegava minha vez de falar, eu toda faceira contava que tinha comido muita goiaba, sentada no galho da goiabeira, rsrsrsr.
E papai perguntava: “Leu algum livrinho de estória”?
Eu corria até a sala e pegava o livro e já começava a contar a estória, eu ainda não sabia ler, eu lia através das figuras e contava para todos.
Bons tempos àqueles que vivos estão em minha memória.
Adoraria voltar naquele tempo e ouvir tocar seu bandolim e contar as velhas estórias e sentir aquele cheiro de novo da janta que mamãe fazia com tanto amor e sentir também o cheiro que cada um de nós tinha naquela época.

Saudades gostosas de sentir.
É nesse tempo que gostaria de voltar, mas volto sempre no tempo e revivo estes momentos em meu coração.
Um abraço cheio de saudades, Maria Teresa de Brum Benedito

terça-feira, 21 de março de 2017

Dia Internacional da Poesia

Hoje é Dia Internacional  da Poesia!
Aprendi a gostar de poesia ainda era muito pequena, meu pai,  gostava muito de escrever e entre tantos escritos também tinha lindas poesias.
E eu adorava ler os poemas do papai e com isso fui aprendendo a colocar no papel o que o coração ditava e assim ia esvaziando o coração e enchendo cadernos de poesia, mas quanto mais escrevia mais meu coração se enchia fe amor e poesia.
E hoje vou homenagear este Dia da Poesia com um poema do meu amado pai, Luiz José de Brum.

               O Trem
Eis que o trem que passa
Num espiral de fumaça
Atrás com seu bojo cheio
De adultos e crianças de permeio
Vai levando em seu seio
Alegria,  esperança e receio
Seu resfolegar, seu rodar
Para muitos é canto de ninar
Para outros aquele rodar, rodar
Motivo de se enlevar e cismar
Para os tristes
Aquilo é um matracar, matracar
É um desesperar  e um torturar
E depois daquele rodar, rodar
Como que triste,  pelo que viu e ouviu
Sombrio ficou a chiar
Como um lamentar,  como um chorar.
         Luiz José de Brum.
(IMAGEM DA WEB)

segunda-feira, 20 de março de 2017

Reedição: Bem vindo Outono


                                       Foto minha, praia do Felix em Ubatuba

Nada mais lindo para ilustrar a entrada do Outono, 
uma das estações mais belas do ano, que 
Noturno de Chopim, por si só esta belíssima peça, já nos inspira. 
Basta ouvi-la com o coração.
E não é por acaso que a Quaresma tenha sempre seu 
espaço dentro desta estação, é o tempo da conversão, 
da oração, do encontro, da reflexão.
Outono é a mesma coisa no tempo e no espaço da 
natureza e no tempo do espaço do ser da nossa vida, 
que é também um momento reflexivo, de semeadura
e de colheita, inclusive de novos amores deixando
o ser fluir, como flui a natureza.
Outono, estação de fazer nascer a ousadia do amor.
O tom verde das folhas baila aos nossos olhos e o 
tempo como num passe de mágica, passa por elas 
deixando amarelecidas.
As pessoas ficam serenas como
se a maturidade chegasse de repente...
a pele se acalma,
o sorriso aflora,
o olhar tem um novo brilho...
Dá vontade de cantar,
De contar e ouvir velhas histórias,
fazer confidências,
reunir amigos em casa,
ouvir velhos discos, aqueles de “vinil”,
ler aquele livro esquecido 
sobre aquela escrivaninha,
namorar com o par certo e 
com ele dançar um bolero bem de perto...
Dá vontade de entrar em harmonia com Deus,
numa contemplação única, divina.
Outono tempo de semear na natureza
e em nosso coração as sementes da vida,
do sonho, da alegria, da lealdade, 
da ternura, do carinho,
enfim da ousadia de amar e ser amada... 
Feliz Outono!       Maria Teresa 

Mimo de Gracita

Delicadeza de Roberta Maia

Como é bom viver...

Hum, como é bom viver a vida com responsabilidade e alegria!
Mas vida é curta para ser vivida com intolerância, com mau humor e estupidez como tenho visto por ai.
A vida é para ser vivida como se fosse um desabrochar de uma rosa, lentamente. Como o despertar do girassol, que se espreguiça todo até ficar olhando o sol, para melhor aproveitar a sua vida.
Viver a vida como se ela fosse uma sinfonia de pássaros matinais e se prestar atenção ouvirá uma sinfonia diferente a cada amanhecer, é só não ter pressa e ouvir, porque os pássaros estão lá a cada amanhecer.
Viver a vida sem pressa alguma porque a pressa não deixará experimentar o doce sabor que ela oferece a cada dia e olha, ela oferece sabores diferentes e crescedores de se viver.
Viver a vida como se não houvesse noites e só dias e dias de sol.
Então faça da noite do viver o mais lindo dia de sol!!

Arte: Émilie Munier
Autoria: Maria Teresa

Palavras da autora: “...nasci rodeada por livros, boa música, pinturas de quadros (papai tinha um atelier em casa), bordados (mamãe bordava lindamente) e muita religiosidade, caçula de três irmãos homens, temporã de pais na meia idade, fui educada com muito amor e mimo......adoro poesia e deixo o coração ditar e minhas mãos copiarem sobre o papel e ou teclado...amo ler e escrever, gosto muito de brincar com as letras...”

Maria Teresa tem dois Blogs:
Blogs lindos, cheio de declarações de amor( a seu marido) e muita paz!!!
Conheçam!!!

- Minha querida Maria Teresa, sua base familiar refletiu na linda mulher que é, apesar de conhecer apenas virtualmente, sinto sua energia BOA daqui!
Aqui é seu selinho destaque querida, fique à vontade para leva-lo:


Beijinhos Iluminados e Agradecidos!!

11 Comentários:

  1. Ahhhhhh como é bom VIVER!

    Aproveitar cada momento de sorriso nos lábios!

    Ahhhh como é bom VIVER

    Post inspirador Roberta!
    Amei

    :)

    Responder
    Respostas
    1. An@, sorriso nos lábios, adorooooo...!!!
      Beijinhos Iluminados!!!

      Muita Luz!!

  2. Bom dia Roberta, Parabéns a Maria Tereza pela doçura e sensibilidade, viver a vida sem pressa hoje em dia é um desafio que todos nós deveriamos querer vencer! Ótimo dia! Bjoooooss

    Responder
    Respostas
    1. Kellen,os blogs de Maria Teresa são cantinhos onde ela mostra sua paixão pelo marido e a vida!!!

      Lindo Dia!!!

  3. Conheço os blogs da Maria Tereza e são lindos sempre!!beijos às duas! chica

    Responder
    Respostas
    1. Chica, são lindo nê?!AMO DE PAIXÃO!!!
      São muito transparentes...claros!!!

      Beijinhos Iluminados!!!

  4. Querida Roberta, nem sei como fazermos para agradecer, ficamos deveras muito emocionados.
    Ficou linda sua postagem, trouxemos conosco o lindo selo que nos presenteou.
    Agradecemos do fundo do coração e seja sempre muito feliz e abençoada, que sua vida seja repleta de luz e muito amor sempre...beijos nossos no coração

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    Respostas
    1. Maria Teresa, obrigada você por ter dado a permissão para que uma de suas obras estivesse aqui no Blog Luz!!!
      Fico imensamente feliz que tenham gostado!

      Beijinhos de Luz no coração do casal!!!
      Bençãos Plenas!!

  5. É isso mesmo, como é bom viver e aproveitar de todas essas coisas maravilhosas que a vida tem para nos oferecer. Ás vezes nem damos conta que estão mesmo pertinho de nós :)
    Linda mensagem, os meus Parabéns à autora!
    Beijiinhos

    Responder
  6. Olá! Tudo diferente e belo por aqui! Adorei as imagens de muita paz...e harmonia e o texto da Maria Tereza perfeito...vou conhecer...
    Parabéns Roberta!
    Bjs e que seu dia seja ótimo, com paz e bons pensamentos!
    CamomilaRosa

    Responder
  7. Olá Roberta,

    Conheço a Maria Tereza. É uma amizade recente, mas já pude constatar a beleza e sensibilidade de sua alma. Seus blogs são excelentes.

    O texto é lindo. Um convite à arte de bem viver.

    A ilustração ficou encantadora com a arte de Émilie Munier. Parabéns pelo bom gosto!

    Beijos.

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