Divagando...

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Bosque da Princesa em Pindamonhangaba - Foto de Maria Teresa de Brum Fheliz Benedito

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O Cantar da Primavera! Luiz José de Brum

Um conto lindo e brejeiro, escrito por meu pai na década de sessenta, é lindo demais, espero que vocês gostem...


            A Primavera chegara com suas flores, com o céu muito azulado, com temperatura amena e naquele dia Regis madrugara e começava a se preparar para uma viagem ao campo.
            Numa grande mala colocou telas, pincéis, tintas e outros apetrechos para pintura, colocando também um caderno em branco, canetas e tintas, fecharam-na e colocou-a ao lado de uma barraca para acampar.
            E como só houvesse caminhos estreitos para o lugar que ia ele colocou tudo aquilo no lombo de um burro e encilhou um cavalo, para aquela viagem.
            Já tinha feito o seu desjejum e já ia saindo quando alguém aparece e grita: “Não vai levar os enlatados e os frangos que assei? Vai viver como índio?
            Aquela criatura, dona Maria, lhe falava meneado a cabeça como se quisesse dizer: “este menino vive no mundo da lua”!
            A pessoa que lhe falava era dona Maria a velha governanta que o criara, ele voltou acariciou-lhe o rosto e sorriu dizendo: “já sei o que quer me dizer, precisa casar-te, vives no mundo da lua e assim não vais criar raízes”!
            Ele replicou sorrindo e pegando a matalotagem (termo caboclo, no sentido de provisões), colocou também, no lombo do burro, virou-se para a velha governanta disse:
            - Você está pensando que vou para o deserto do Saara?
            Eu devo encontrar camponeses por perto e eles são muito hospitaleiros e depois as matas são muito ricas em frutas.
            -Qual o que e você sempre confiando na sorte, disse a dona Maria sorrindo e com lágrimas nos olhos e com tanta meiguice completou: - eu não confio não, temos que ser previdentes.
            Ela o amava como a um filho  o vira nascer e com tristeza vira os pais dele partir para a eternidade, um tio que ficou como tutor de Regis e ele não tinha outros parentes, ele voltou e beijou-lhe a testa e depois montou em seu cavalo e partiu.
            A região para onde ele ia era afamado pela abundância de animais silvestres de diversas espécies, aves raras numa floresta ainda virgem com suas pradarias com variedades incríveis de flores.
            Ele era um poeta, pintor e músico, mas era muito mais poeta do que qualquer coisa, já havia publicado vários livros.
            De outro local um homem munido de máquinas fotográficas e materiais de ampliar fotografias, este homem também levava sacos de apanhar borboletas, garrafas, vidros, quadros e outros apetrechos para estudar a natureza, era um naturalista estudioso da natureza.
            E ainda de outro lugar da cidade outro homem partia para o mesmo lugar munido de sacolas, espingarda, faca, cartuchos era um caçador.
            Todos os três seguiam para o mesmo local.
            Ao chegarem cada um se alojou em locais diferentes, um não sabia da presença do outro, cada um estava ali por um motivo diferente, era três homens de personalidade diferente e com certeza não se entenderiam por coincidência os três chegaram ao anoitecer.
            Armaram suas barracas, como disse cada um num local diferente, nenhum deles podia imaginar da presença um do outro.
            O dia surgiu lindo e na mata na qual só se ouvia o pio triste da coruja, durante a noite agora o canto dos pássaros reinava naquele lugar, das árvores gotejava gotas de orvalho que se irisavam ao sol e lá do fundo das matas e campinas vinham os balsâmicos aromas das folhas, e o suave perfume das flores silvestres.
            Vinha também um canto repassado de encantamento, tão doce, tão suave que Regis saiu de sua barraca e ficou como estátua a contemplar aquela cena enternecedora que lhe causava um que de alegria e melancolia, um êxtase, um que de saudade.
            Depois deste êxtase Regis começou a pintar um quadro aproveitando aquela paisagem que descortinava diante dos seus olhos.
            E o tempo passava sem que Regis percebesse então ele ouve uma vozinha mais linda que a do sabiá cantar:
            “Canta, canta ó mavioso sabiá!
            Prá doce primavera chegar!
            Canta prá saudade espantar!

            Canta, canta ó mavioso sabiá!
            Prá brisa como um beijo matinal!
            Com encantamento divinal!

            Pois sem ti tudo é tristeza tudo é tristeza!
            Árvores desfolhadas sem beleza!
            Chamo teu canto cheio de clareza!
            Prá primavera vir com certeza!

            Pois é o cantor que sempre gera
            No coração a fortaleza!
            Sem a pressa e que não desespera
            Canta tu ó cantor da primavera!

            Era um menino que vinha chegando descuidado que ao dar com Regis tenta voltar correndo.
            - Não corram você pode se machucar volte!
            O menino parou lá ao longe e ficou observando e percebendo que Regis não  queria fazer nenhum mal voltou, a curiosidade era mais forte que o medo.
            Regis contempla com ternura aquela figurinha loura de olhos azuis.
            - Onde moras?
            -Moro lá embaixo perto do Ribeirão!
            - Não tem medo destas florestas?
            - Não minha mãe e meu avô me ensinaram a ir só até onde não tem perigo.
            - E o que o senhor está fazendo aqui?
            - É aí que o senhor mora?
            É essa a tua casa?
            - Vamos devagar, uma pergunta de cada vez, mas antes de responder as suas perguntas não seria bom que nos apresentássemos?
             - Eu me chamo Regis e você como se chama?
            - Me chamo Isaías.
            - Agora que somos amigos vamos sentar e Regis estende um pano sobre a relva perto de sua barraca.
             O menino diz:
            - O senhor ainda não me disse o que veio fazer aqui.
            - Sabe você um menino muito inteligente e perguntador.
            - Como posso te dizer? Já sei!
            - Você ouve o cantar dos pássaros?
            - Ah sim, o senhor veio para ouvir o cantar dos pássaros?
            -Sabe as aves em cativeiro não tem o mesmo canto tão belos como os que vivem aqui nas matas.
            - O que é cativeiro?
            - Cativeiro é lugar onde os homens ou os pássaros ficam sem liberdade, para os pássaros, por exemplo, é a gaiola.
            Nesse momento o sabiá começou a cantar e Régis diz:- Tem coisa mais bela que esse canto?
            - Tem sim disse o menino, a minha mãe ela é mais bonita e canta mais bonito também.
            - O meu avô sempre diz assim: “Marta tu és a coisa mais bonita deste mundo e canta mais lindo que o sabiá”!
            - Qual tua idade Isaías?
            - Seis anos, minha mãe disse que assim que eu completar sete anos teremos que ir para a cidade para que eu possa freqüentar a escola.
            - Por que você só fala em sua mãe e seu pai também não é a coisa mais bela para você?
            - Não tenho pai ele morreu quando eu ainda era um bebê assim disse minha mãe.
            - Desculpa-me disse Regis, não queria lhe entristecer.
            - Não faz mal, já estou acostumado.
            - E eu ainda não disse o que vim fazer aqui e como você é muito inteligente acho que vai me entender.
            - Sou poeta, compositor...
            - Sei sim, a minha mãe sempre canta e recita poesias e me diz os nomes das pessoas que fizeram aquelas músicas e poesias, como Regis e Castro Alves, ela diz que está me preparando para a vida.
             - Mas por que o senhor mora numa barraca e não numa casa igual a nossa?
            - Não mor aqui eu vim buscar inspiração para escrever meus poemas, as minhas músicas e pintar meus quadros.
            - O que é inspiração?
            Isaías não deixava passar nada.
            - Inspiração é alguma coisa que a gente sente e faz com que nos dê vontade de cantar, de escrever ou de pintar coisas bonitas.
            - Está ouvindo o sabiá cantando?
            - Isto me faz pensar em poesias e pinturas, isto é inspiração.
            - Está contente com a explicação?
            - Mais ou menos, respondeu Isaías.
            - Agora sou que vou perguntar.
            - Quem lhe ensinou aqueles versos que você vinha cantando quando se encontrou comigo?
            - Foi minha mãe, ela mesma o fez para mim.
            - Está vendo neste canto foi o sabiá a inspiração.
            - Ela sente como se houvesse necessidade do sabiá cantar para que a primavera surja cheia de beleza para espantar a tristeza e vir a alegria.
            - E agora, ouve lá embaixo o barulho do ribeirão?
            - Para alguns aquilo é um simples barulho e para outros é como vozes de crianças murmurando, correndo e brincando.
            - Puxa o senhor é igualzinho a mim eu também penso que são crianças falando e durmo ao som do regato.
            - Eu gosto do som da goteira da chuva caindo em cima do zinco do nosso rancho lá atrás de casa.
            - Agora fiquei gostando mais ainda do cantor da primavera, não esquecerei jamais, disse Regis.
            - - O senhor fala tão bonito eu gostaria que fosse conhecer a minha mãe e meu avô.
            - Não acha que está ficando tarde demais para você ficar aqui?
            - Sua mãe deve estar preocupada.
            - É mesmo, puxa tenho que ir, mas quero que o senhor venha também.
            - Irei amanhã, disse Regis.
            - Mas o senhor não vai me deixar ver aí dentro?
            - Ora quase não tem nada para ver mas vamos entrar.
            - O que é isso?
            - É uma tela, vou pintar nela algum cenário da natureza e vou colocar lá alguma coisa que me venha na memória também.
            - O que é cenário da natureza?
            - Você não está vendo o céu, as árvores, a flor, aqui um campo aberto, ali as matas fechadas, mais lá embaixo o rio?
            - Tudo isto forma o cenário da natureza, qualquer dia deste vou mostrar-te um quadro que devo pintar enquanto estou aqui, tudo isso é muito bonito, mas precisa ser visto com amor.
            Isaías saiu correndo dizendo que ia voltar no dia seguinte, mas quando estava viu lá embaixo na encosta da montanha outra barraca, nesta idade se tem muita curiosidade e nenhuma prudência e ao invés de ir para casa dirigiu-se para lá.
            Encontrou lá o Dr. Fritz a examinar qualquer coisa com uma enorme lente.
             Dr. Fritz estava tão concentrado no exame que realizava que não o viu chegar.
            Enquanto isso Isaías olhava aquelas caixas com vidros cheios de insetos e outras com folhas comprimidas em lâminas de vidro.
            Nisso Dr. Fritz se vira e o vê, que o olhava atentamente e quando ele se volta para o Dr. Fritz este diz como que maravilhado: Que belo espécime da natureza!
            - Puxa todo mundo fala da natureza!
            - O que é natureza?
            - O senhor Regis fala em cenário da natureza o senhor também fala em natureza.
            - Como poderei te dizer?
            - Está vendo estas árvores, estes campos, estes besouros aqui, este sol que nos ilumina e tudo e tudo mais que não foi feito pelas mãos dos homens formam um conjunto que nós chamamos de natureza.
            - Mas o senhor Regis disse que isto tudo é cenário da natureza.
            - É ele tem razão, ele é pintor e é poeta.
            - Então vamos dizer que tudo isto é obra da natureza e a natureza é alguma coisa que não conhecemos e foi ela que criou tudo isso que chamo de natureza e o senhor Regis de cenário da natureza.
            - Mas meu avô disse que foi Deus que fez tudo isso.
            - Então vamos dizer como seu avô e como o senhor Regis diz: Deus criou a natureza e a natureza criou tudo isso e também o cenário para as pinturas do senhor Regis.
            - O que é isso?
            - Isso é uma lente, olha aqui veja este besourinho, veja como ele fica grande!
            - Puxa como ele fica cabeludo!
            - O senhor veio aqui só para espiar as coisas com essa lente?
            - Não, vamos dizer que estou estudando a natureza, para ver como vivem os animais, as plantas e classificá-los em famílias.
            -Plantas têm família?
            - Sim tem, vou falar das coisas que você conhece: a abobreira, o chuchuzeiro e melancia são da mesma família.
            - Ah...  disse Isaías admirado e pegou a lente e começou a olhar tudo através dela e Dr. Fritz o ajudou colocar na distância correta para melhor observar.
            E depois não muito satisfeito por causa de sua grande curiosidade se despediu e saiu correndo para casa.
            No entanto não era dessa vez ainda que ia direto para casa, ele avista outra barraca e vai para lá correndo, era a barraca do caçador, ele se preparava para ir caçar.
            Isaías um tanto medroso e cauteloso a sua maneira fica observando.
            - Oi! Diz o caçador.
            - Oi! Responde o menino.
            - O senhor veio também para ouvir o canto do sabiá como o senhor Regis ou veio para estudar a natureza como o Dr. Fritz?
            - Eu vim me distrair, vim caçar.
            - O meu avô disse que a gente só mata os animais quando a gente precisa se alimentar, ele disse que é crueldade caçar só para se divertir.
            - Vai me dizer que você não tem uma atiradeira ou estilingue, como vocês dizem por aqui?
            - Não tenho respondeu Isaías, respondeu zangado.
            - Não vamos brigar, eu gosto de crianças e gostei de você, como se chama?
            - Me chamo Isaías!
            - Eu me chamo Demétrio!
            Na casa de Isaías o avô e a mãe estavam preocupados, pois Isaías nunca se demorara tanto e saíram para procurá-lo e como sabiam das preferências do menino se dirigiram para o lado onde era mais abundante de sabiás e ali tinha algumas árvores frutíferas.
            Encontraram o senhor Regis que informado do acontecido também saiu a procura do menino e encontraram o Dr. Fritz que disse que o garoto tinha estado ali conversando com ele,mas que já havia saído há algum tempo.
            Combinaram que cada um seguisse uma direção, pois o menino podia ter se perdido na floresta e quem o achasse deveria dar um assobio bem alto.
            Senhor Regis encontra o menino, ele ainda estava na barraca do caçador e disse: - Isaías tua mãe e teu avô estão preocupados com você, pensando que você estava perdido na floresta e deu um assobio bem alto e virando-se viu o caçador e disse, desculpa-me, mas estou um tanto afobado, até logo e partiu com o menino.
            - Agora me leve até sua casa e o caçador os seguiu um tanto de longe.
            - O senhor viu como minha mãe é bonita?
            - Como poderia observar a beleza da tua mãe, com o susto que levei de saber que havia desaparecido.
            - Então a olhe quando encontrar e mais lá embaixo todos se encontraram e depois de abraçá-lo sua mãe o advertiu para que não fizesse nunca mais isso que acabar de fazer.
            E todos são convidados a irem a casa deles, irem à casa de Marta, este era o nome da mãe de Isaías e foram todos juntos e Isaías disse ao Regis: - viu como minha mãe é linda!
            - É sim sua mãe é muito bonita, mas não fale assim que sua mãe pode não gostar.
            - Meu avô  sempre diz que ela precisa arrumar um pai para mim, ele diz que já está cansado para poder ajudar.
            - O que está resmungando aí  Isaías?
            - É melhor vir aqui para perto de mim!
            Chegando a casa os três foram convidados a entrar e passaram o resto do dia ali, faz tempo que não temos visitas e este acontecimento merece uma comemoração, disse Mateus, o avô de Isaías.
            - Aqui estamos senhores, quatro homens, cada um com seu ideal e qual seria o melhor ideal?
            - Um poeta e pintor, o senhor Regis; um cientista o Dr. Fritz e o senhor Demétrio que caça por esporte.
            - O poeta e pintor é o cantor da natureza que às vezes vive no mundo da fantasia que se distraíram pelos caminhos da vida e iam aspirando o perfume das flores e colhendo uma aqui e outra acolá, como Chapeuzinho Vermelho fazia e foi apanhada pelo lobo malvado a indigência.
            Os cientistas procuraram tanto a causa das coisas que se perderam no emaranhado da confusão, tal como ignorantes da ciência se perderam nos emaranhados dos mistérios.
            O primeiro tornou-se ateu o segundo um fanático. O caçador traz em si o homem da caverna, mas graças a este instinto, a raça sobreviveu, dirá o senhor Fritz.
            Mas todos têm um coração que pulsa que ama.
            Não sei se o senhor Fritz pode ser um cientista da estirpe do pai do meu neto, ele estudava a natureza muito mais buscando as leis que a regem para colocá-la a serviço da humanidade do que buscar uma cadeia de transformação dos seres que sempre levam muitos talvez.
            Ele acreditava como o senhor, que Deus criou tudo em substancia e assim o que tinha de chegar a ser cão já tinha substancia de cão e o que tinha substancia de baleia ia com certeza ser uma baleia e aquele que chegaria a ser homem tinha substancia de homem e não um macaco que se transformou em homem.
            As ditas espécimes que teria dado origem a outrem pode ser muito bem as espécimes que desapareceram e não eram elo que liga a coisa nenhuma, mas como ia dizendo todos nós temos um coração que pode amar e pode odiar, a prova é que todos estavam preocupados com Isaías.
            E estou certo que o senhor Demétrio não titubearia em usar de todos os meios para defender este menino, portanto fico grato a todos e acredito que o certo é o equilíbrio, embora o homem estude a natureza ele mesmo é capaz de produzir toda e qualquer espécie de transtorno a ela.       
            E eu quem sou perguntarão vocês.
            Um místico metido aqui neste deserto, se não somos ateus, com certeza já temos um pouco de místico, sou um professora aposentado, vim para cá para ajudar meu genro na confecção de um livro sobre a natureza, mas um acidente o vitimou e sua obra ficou parada, estamos aqui esperando vender este sítio e voltar para a cidade, embora gostasse mesmo era de ficar aqui, mas temos de pensar em Isaías.
            Senhores, vocês não vieram para escutar uma arenga, mas para comemorarmos um acontecimento, vamos ao brinde, mas devo dizer que este não é nenhum licor e nem um champanhe, mas sim uma limonada, o que poderia ser melhor não é?
            É o néctar dos deuses quero que o meu neto aprenda a ser um homem sóbrio.
            Depois da ceia a noite cada um voltou para sua barraca.
            O Dr. Fritz ficou interessado no livro inacabado assim como numa coleção de borboletas e besouros, no decorrer da conversa o Dr. Fritz havia falado no perigo do desequilíbrio da natureza com a extinção de certos animais e pela devastação das matas, o senhor Demétrio diante disso disse que ia embora e se sentia um réu sendo julgado por um tribunal, a sua consciência estava adormecida ou mal informado, aqui se orientara melhor.
            Assim no dia seguinte saiu daquele cenário.
            Marta era realmente muito bonita e Dr. Fritz e Regis queriam casar-se com ela, mas ela rejeitou os dois e Isaías que era muito esperto percebeu tudo.
            Dr. Fritz depois de muitos meses treinou seus estudos e já dizia que ia partir, mas antes queria ver a obra inacabada do pai de Isaías e lá encontrou muita coisa que ele procurava e propôs publicar o livro depois de completá-lo.
            Assim o professor redigiu um contrato que ambos assinaram, aquilo era um patrimônio para o neto e Marta.
            Agora chegara a vez de Regis partir e Isaías fica muito triste; poetas e crianças parece que falam a mesma linguagem, vivem no mundo da fantasia, no mundo do “faz de conta”.
            E como o amor é inventivo o menino inventou mil estratégias para forçar Regis ficar, um dia pediu para pitar se retrato, mas não parava quieto para a pintura nunca terminar, depois de esgotado tudo que ele podia imaginar, fingiu-se doente com dor de barriga e não queria comer.
            A princípio todos se assustaram, inclusive Regis, mas depois todos notaram que era mais um truque de Isaías.
            Marta adivinhou que o problema era que ele não queria que o Regis fosse embora, ele também havia notado as artimanhas do menino para que ele ficasse.
            Marta pediu licença a todos e foi conversar a sós com seu filho e lhe disse que era uma pena ele estar doente, pois havia prometido a Regis que logo iriam visitá-lo.
            Isaías acaba por pedir desculpas por ter mentido, dizendo que só queria que o senhor Regis ficasse como meu pai.
            Meu filho, você é um bom menino e o beijou.
            O menino disse a Marta, eu vi o senhor Regis pedir para a senhora casar com ele.
            Marta falou, então é isso, você o quer como pai?
            Então vou dar o meu sim ao senhor Regis, eu também o amo e creio que ele vai ser um bom pai para você.
            De um pulo sem dar tempo de detê-lo, Isaías saiu correndo até a barraca de Regis e ele percebeu que Isaías não tinha nada de errado e ficou contente ao vê-lo.
            Senhor Regis a minha mãe vai dizer sim, não era isso que o senhor desejava também?
            Sim é isso, sua mãe gosta de mim também e sei que vamos ser todos muito felizes, Regis o abraçou e o beijou;
            Depois...
            Ora! Depois, vocês já sabem o que acontece quando tudo dá certo não é?  Escrito por meu pai Luiz José de Brum

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Natal?

Aqui em Pindamonhangaba, tem uma loja de salgados deliciosos,
meu bem e eu sempre vamos lá.
É um lugar gostoso de coisas gostosas.
E como é de costume da sociedade comercial enfeitar suas lojas,nesta época do ano, lá também está enfeitada.
Lá existe uma sacada em cima da loja e eles colocaram enfeites de “Natal” uma arvore com enfeites brilhantes e gigantescos e um ‘Noel’ que canta músicas “natalinas”.
Do outro lado da rua todos param para observar e ficam encantados com o que vêem.
Meu bem e eu ficamos ali parados e eu comecei a observar a fisionomia das pessoas e seus comentários e todos diziam a mesma coisa: “olha que lindo, a mensagem de Natal da loja de salgados"!
Eu pensei e comentei com meu bem, ’ que mensagem de Natal?
Onde está o aniversariante?
Onde está Maria?
Onde está José?
Onde está o Anjo do Senhor?
Onde estão todos daquela noite maravilhosa, a noite que Jesus nasceu?
Ai ai!
Nós vimos ali, apenas uma maneira do dono da lojja de chamar a atenção sobre a loja de salgados, para vender mais e mais nada que isso.
Não sou contra o comércio.
Ficamos indignados mais uma vez ao sentir que algumas pessoas estão cada vez mais interessadas na parte material do Natal e em nenhum momento lembram do Menino Jesus.
Saímos dali aborrecidos e mais certos que Jesus nasceu para, também, nos fazer enxergar além do que os olhos podem ver, mas que o coração enxerga nos detalhes mínimos.
É Natal no tempo e no espaço do nosso coração
que maravilha deixar Jesus renascer em nós!
E que este renascer seja diário e constante
que consigamos cumprir nossas metas e que nossos
sonhos sejam sempre multiplicados por novos e
maravilhosos sonhos.
Dificuldades são conseqüências de quem ousa
sonhar, mas elas são superadas pela determinação
de quem quer ser feliz e o desânimo não faz parte
dos sonhos e da ousadia, lutaremos dia a dia por nossos
ideais, sejamos felizes não só neste Natal, mas levemos o Natal
por toda a nossa vida, que se renova a cada novo amanhecer!  
Feliz Natal para nós e viva Jesus!          
                                                             Maria Teresa                
 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Felicidade!


Não sou filósofa, mas gosto de pensar e escrever sobre temas que me fazem cada vez pensar mais, questionar mais e não tem fim a arte de pensar.
E hoje acordei pensando na felicidade pensando que ela “está onde a pomos” já dizia o poeta Vicente de Carvalho:
“Esperança
Só a leve esperança em toda a vida
disfarça a pena de viver, mais nada;
nem é mais a existência resumida
que uma grande esperança malograda.
O eterno sonho da alma desterrada,
sonho que a traz ansiosa e embevecida,
é uma hora feliz, sempre adiada
e que não chega nunca em toda a vida.
Essa felicidade que supomos
árvore milagrosa que sonhamos
toda arriada de dourados pomos,
Existe sim; mas nós não a encontramos,
porque está sempre apenas onde a pomos
e nunca a pomos onde nós estamos”.


Lindo poema!
Mas somos seres tão insatisfeitos que desterramos nossos sonhos, exilamos o real e ficamos incapazes de reconhecer que a felicidade não é um oásis distante localizado num lugar inexistente, mas está dentro de nós, dentro da nossa indelével esperança, no nosso coração dependendo exclusivamente de nós para senti-la ou não.
Mas parece que mantemos esta porta fechada, querendo sempre que o que está fora.
A felicidade não é inatingível, ela está ali, bem perto, está dentro de nós, dá até muitas vezes para tocá-la, senti-la em nossas mãos, basta que a toquemos suavemente com as mãos do coração.
Não é um acaso.
Se por acaso eu for feliz, é o que falamos constantemente.
Não podemos pensar assim.
Não se pode deixar nada para o acaso resolver ou nos dar, temos que conquistar.
Sou feliz e pronto o que vem de fora só complementa.
Eu posso deter a felicidade dentro de mim e deixar a endorfina, a enzima do bem estar, tomar conta do meu ser por inteiro e deter isso em mim, com bons pensamentos de euforia, de alegria que nos dá a felicidade.
Óbvio que a tristeza, a solidão muitas vezes obscurece a felicidade, ninguém gosta de se sentir só, mas nem sempre temos um alguém ao nosso lado, mas isso não pode ser determinante para sermos infelizes, temos sim que dar sentido à felicidade que está plantada no coração e exaltá-la cada vez mais.
O outro pode fazer aflorar a felicidade dentro de nós, mas o outro não pode ser responsável por ela, ele não detém a felicidade, não pode ser responsável por nossa felicidade, o outro é contingência para este sentir de felicidade dentro de nós.
      Maria  Teresa       (((((ano 2000))))

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Reedição: Vistam os nus!

Este triste mundo que veste quem já tem roupa e desnuda quem já está nu”! (Calderon)
Triste mundo este!
Por que será que “oportunidades” são dadas àqueles que já têm a vara para pescar? Por que vestir àqueles que já têm roupa?
Por quê? Por quê? Por quê?
Claro, todos têm o direito de crescer naquilo que escolheu como profissão, ninguém tem que ficar estagnado, todos podem e devem crescer expandir.
O que me incomoda e me angustia é a falta de oportunidade àquele que se forma e só tem como experiência na “carteira profissional” estágio de apenas seis meses ou um ano, que é o período que a faculdade ou curso técnico exigem, para concluir o curso.Esse jovem não tem os “benditos anos” de experiência que as empresas tanto pedem, mas como ter essa tão falada experiência se não dão a eles essa oportunidade?
Por que ao invés disso, não criar oportunidades àqueles que querem trabalhar, que querem empreender?
Um país muda com oportunidades de trabalho e é o trabalho que encaminha um jovem para a vida verdadeira.
O jovem que termina seus estudos está repleto de sonhos, quer dar movimento ao seu ideal e isso se dá com trabalho, ele tem uma meta a ser atingida, quer trabalhar, quer progredir, quer fazer parte da estória do desenvolvimento de uma empresa, de uma cidade, de um estado, de um país.
Empresários mudem sua forma de pensar e ajudem o jovem a ter experiência e crescer como pessoa e ajudem o país crescer na democracia dando trabalho a quem deseja trabalhar.
Vistam os nus!  Maria Teresa

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ela tem medo de ser feliz!

Fico aqui a pensar na resistência que certas pessoas tem em ser feliz.
Agora a pouco mesmo pude sentir isso em relação a uma pessoa
que gosto muito, uma amiga.
Percebo que a felicidade está ali diante dela, e ela não quer ver,
ou se vê não a quer, sei lá por que, talvez medo de ser feliz.
Ser feliz é correr riscos, pois não?
Já falei isso a ela algumas vezes.
Mas ela não enxerga o que eu enxergo, peço a Deus que a faça
ver com os olhos do coração que é fácil ser feliz, basta querer e
correr o risco de ser.
Ser feliz é tão bom e cultivar a felicidade não é difícil não, é bem
mais fácil do que se imagina.
Eu particularmente não tenho medo de ser feliz e de fazer feliz
quem por mim passar, tenho gana pela felicidade que até adotei 'Fheliz'
em meu nome e logo, logo irei registrar essa adoção, por que é o que
sou 'Fheliz'.
Sou 'Fheliz' por mim mesma, por Deus ter me escolhido por filha, por
ter tido os pais (Luiz e Bernardina) maravilhosos que tive que me ensi-
naram a não ter medo de ser 'Fheliz',sou 'Fheliz' por ter tido um avô,
(João) que foi primordial em minha educação,ele me ensinou tanta coi-
sa linda, que saudades!
Sou 'Fheliz' por que tenho um homem maravilhoso,meu doce José Carlos,
meu companheiro, meu marido, meu anjo guardador, meu tudo em minha
vida, que me ensinou a ser 'Fheliz' de um outro jeito, numa vida a dois.
Sou 'Fheliz',graças a Deus e todas as pessoas que eu amo muito.
E desejo que essaa amiga que só tem 24 anos acorde e seja feliz,
que não deixe o tempo passar, por que as vezes o tempo é cruel e que
não tenha medo de ser feliz.
Deus abençoe a felicidade de cada um de nós! Amém!  
                           Maria Teresa

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

É Natal! Poetando

Acredite na beleza do Natal
e o leve para todos os dias do
novo ano que vai nascer!

Acredite que o Natal é nascimento,
renascimento de Jesus em nosso
coração e acredite que Ele pode mudar
sua vida desde que você permita e
acredite que isso é 

Acredite que o Natal é partilha e partilhe
seu amor  com seu próximo e o faça
mais feliz todos os dias!

Acredite que o Natal é entrega e se entregue
ao amor, porque amor é tudo na vida
sem amor nada acontece de bom!

Acredite que o Natal é música e se deixe
levar e se encantar pela suave melodia de
Natal e faça da sua vida uma harmoniosa
e suave canção!

Feliz Natal e Feliz Ano Novo e beijos em teu coração!   Maria Teresa

domingo, 4 de dezembro de 2011

Evangelho do 3º domingo do Advento

Evangelho (Marcos 1,1-8)
1Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.
2Está escrito no Livro do profeta Isaías: “Eis que envio meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho. 3Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas!’”
4Foi assim que João Batista apareceu no deserto, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados. 5Toda a região da Judeia e todos os moradores de Jerusalém iam ao seu encontro. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão.
6João se vestia com uma pele de camelo e comia gafanhotos e mel do campo. 7E pregava, dizendo: “Depois de mim virá alguém mais forte do que eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias. 8Eu vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo”.

((((‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas!’))))
Eu creio assim, São João Batista, como está escrito no Evangelho, veio para preparar o povo, para a vinda de Jesus.
Pois então, nossos pais vieram antes de nós para preparar nosso coração para amar a Jesus, para que pudéssemos aceitar os ensinamentos de Jesus e colocá-los em ação e nós estamos aqui para preparar o coração de alguma pessoa para aceitar Jesus.
Eu creio assim, na simplicidade do meu coração e espero estar fazendo tudo que meus pais plantaram em meu coração... 
Vamos preparar nosso coração para o doce Natal.  Maria Teresa

ILUSÕES DO AMANHÃ - Alexandre Lemos, aluno do APAE

"O poema abaixo foi escrito por um aluno da APAE, chamado, pela sociedade, de excepcional.
Excepcional é a sua sensibilidade !
Ele tem 28 anos, com idade mental de 15 e estou divulgando para prestigiá-lo e a todos estes seres incriveis".

FONTE DE ONDE FOI TIRADO ESTE TEXTO: INTERNET, eu apenas postei aqui por que achei muito interessante e também não sei se é verdade que foi escrito por um aluno do APAE, mas vale muito meditá-lo.

ILUSÕES DO AMANHÃ

"Por que eu vivo procurando Um motivo de viver, Se a vida às vezes parece de mim esquecer?
Procuro em todas, mas todas não são você Eu quero apenas viver Se não for para mim que seja pra você.
Mas às vezes você parece me ignorar Sem nem ao menos me olhar Me machucando pra valer.
Atrás dos meus sonhos eu vou correr Eu vou me achar, pra mais tarde em você me perder.
Se a vida dá presente pra cada um O meu, cadê?
Será que esse mundo tem jeito? Esse mundo cheio de preconceito.
Quando estou só, preso na minha solidão Juntando pedaços de mim que caíam ao chão
Juro que às vezes nem ao menos sei, quem sou.
Talvez eu seja um tolo, Que acredita num sonho
Na procura de te esquecer Eu fiz brotar a flor. Para carregar junto ao peito E crer que esse mundo ainda tem jeito
E como príncipe sonhador Sou um tolo que acredita ainda no amor"

PRÍNCIPE POETA (Alexandre Lemos - APAE) ... apenas postado por Maria Teresa

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tempo no tempo!

Imagem retidada da internet



Fico aqui a pensar sobre o tempo.
Mas o que é o 'tempo'?

Quanto tempo dura o ‘tempo’?

Hun!

Estou ficando louca por pensar o que é o tempo?

Segundo o dicionário o tempo é tanta coisa, tem tantas definições, vou citar algumas:
“condições meteorológicas, sucessão dos anos, certo período, momento, época, tempo do verbo, andamento de uma suíte, de uma sonata”... Tem muitas definições, mas ficarei apenas com essas, já entendemos quanto ao dicionário.
Mas na verdade que é o tempo?
Como o tempo passa?
Hun!
Para mim o tempo tem outras definições e passa de maneiras diferentes.
Na esfera romântica, por exemplo, quando estamos com quem amamos as horas voam,
olhamos para o relógio e as horas escaparam, voaram a despedida está eminente para acontecer.
Quando estamos longe da pessoa amada, olhamos para o mesmo relógio e as horas se alongam, custam a passar e o reencontro está longe de acontecer.
É o tempo tem um tempo diferente para cada ocasião.

Tempo seja
Eterno
Mesmo
Para quando
Os kms estejam entre nós...

Temos que ver e sentir o tempo como nosso amigo e nunca como inimigo, nunca tive medo do tempo que traz rugas, por que só tem rugas quem vive o tempo que é dado por Deus gratuitamente, mas sempre tive medo do tempo que me rouba o tempo.
Que me rouba o tempo de poder estar com as pessoas que amo, que me rouba o tempo de poder fazer as coisas que eu gosto que me rouba o tempo de admirar o sol nascer, que me rouba o tempo de ver o vôo da borboleta de flor em flor lá no jardim da nossa casa, que me rouba o tempo de ouvir o canto dos pássaros, as conversas do bem-te-vi comigo ao amanhecer, rsrs, conversamos sim... Ai esse tempo eu não gosto.
Mas tudo bem, aproveito do tempo que tenho para fazer tudo que gosto, aproveito cada instante do tempo para estar com pessoas que amo, aproveito do tempo para ficar o máximo de tempo com meu bem com o amor da minha vida, aproveito do tempo para conversar com o bem-te-vi a cada amanhecer.
Aproveitarei do tempo mais que puder SEMPRE, porque minha a alma é tão apressada, ela tem que acompanhar o tempo que voa.
Bom tempo para você que lê nesse tempo de agora.
             Feliz vida nesse tempo de agora.  
 Maria Teresa

Mimo de Gracita

Delicadeza de Roberta Maia

Como é bom viver...

Hum, como é bom viver a vida com responsabilidade e alegria!
Mas vida é curta para ser vivida com intolerância, com mau humor e estupidez como tenho visto por ai.
A vida é para ser vivida como se fosse um desabrochar de uma rosa, lentamente. Como o despertar do girassol, que se espreguiça todo até ficar olhando o sol, para melhor aproveitar a sua vida.
Viver a vida como se ela fosse uma sinfonia de pássaros matinais e se prestar atenção ouvirá uma sinfonia diferente a cada amanhecer, é só não ter pressa e ouvir, porque os pássaros estão lá a cada amanhecer.
Viver a vida sem pressa alguma porque a pressa não deixará experimentar o doce sabor que ela oferece a cada dia e olha, ela oferece sabores diferentes e crescedores de se viver.
Viver a vida como se não houvesse noites e só dias e dias de sol.
Então faça da noite do viver o mais lindo dia de sol!!

Arte: Émilie Munier
Autoria: Maria Teresa

Palavras da autora: “...nasci rodeada por livros, boa música, pinturas de quadros (papai tinha um atelier em casa), bordados (mamãe bordava lindamente) e muita religiosidade, caçula de três irmãos homens, temporã de pais na meia idade, fui educada com muito amor e mimo......adoro poesia e deixo o coração ditar e minhas mãos copiarem sobre o papel e ou teclado...amo ler e escrever, gosto muito de brincar com as letras...”

Maria Teresa tem dois Blogs:
Blogs lindos, cheio de declarações de amor( a seu marido) e muita paz!!!
Conheçam!!!

- Minha querida Maria Teresa, sua base familiar refletiu na linda mulher que é, apesar de conhecer apenas virtualmente, sinto sua energia BOA daqui!
Aqui é seu selinho destaque querida, fique à vontade para leva-lo:


Beijinhos Iluminados e Agradecidos!!

11 Comentários:

  1. Ahhhhhh como é bom VIVER!

    Aproveitar cada momento de sorriso nos lábios!

    Ahhhh como é bom VIVER

    Post inspirador Roberta!
    Amei

    :)

    Responder
    Respostas
    1. An@, sorriso nos lábios, adorooooo...!!!
      Beijinhos Iluminados!!!

      Muita Luz!!

  2. Bom dia Roberta, Parabéns a Maria Tereza pela doçura e sensibilidade, viver a vida sem pressa hoje em dia é um desafio que todos nós deveriamos querer vencer! Ótimo dia! Bjoooooss

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    Respostas
    1. Kellen,os blogs de Maria Teresa são cantinhos onde ela mostra sua paixão pelo marido e a vida!!!

      Lindo Dia!!!

  3. Conheço os blogs da Maria Tereza e são lindos sempre!!beijos às duas! chica

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    Respostas
    1. Chica, são lindo nê?!AMO DE PAIXÃO!!!
      São muito transparentes...claros!!!

      Beijinhos Iluminados!!!

  4. Querida Roberta, nem sei como fazermos para agradecer, ficamos deveras muito emocionados.
    Ficou linda sua postagem, trouxemos conosco o lindo selo que nos presenteou.
    Agradecemos do fundo do coração e seja sempre muito feliz e abençoada, que sua vida seja repleta de luz e muito amor sempre...beijos nossos no coração

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    1. Maria Teresa, obrigada você por ter dado a permissão para que uma de suas obras estivesse aqui no Blog Luz!!!
      Fico imensamente feliz que tenham gostado!

      Beijinhos de Luz no coração do casal!!!
      Bençãos Plenas!!

  5. É isso mesmo, como é bom viver e aproveitar de todas essas coisas maravilhosas que a vida tem para nos oferecer. Ás vezes nem damos conta que estão mesmo pertinho de nós :)
    Linda mensagem, os meus Parabéns à autora!
    Beijiinhos

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  6. Olá! Tudo diferente e belo por aqui! Adorei as imagens de muita paz...e harmonia e o texto da Maria Tereza perfeito...vou conhecer...
    Parabéns Roberta!
    Bjs e que seu dia seja ótimo, com paz e bons pensamentos!
    CamomilaRosa

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  7. Olá Roberta,

    Conheço a Maria Tereza. É uma amizade recente, mas já pude constatar a beleza e sensibilidade de sua alma. Seus blogs são excelentes.

    O texto é lindo. Um convite à arte de bem viver.

    A ilustração ficou encantadora com a arte de Émilie Munier. Parabéns pelo bom gosto!

    Beijos.

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